Diálogos Photothings

Alexandre Santos e Rochele Zavandalli

8/6 – 19h

Alexandre Santos

Graduado em História pelo Instituto de Filosofia e Ciências Humanas da UFRGS (1990). É mestre (1997) e doutor (2006) em Artes Visuais, pelo Programa de Pós- Graduação em Artes Visuais (UFRGS), com ênfase em História, Teoria e Crítica de Arte. Realizou estágio doutoral de um ano (2003-2004) como bolsista da CAPES na Université de Paris III – Cinéma et Audiovisuel – (Sorbonne Nouvelle, Paris, França), sob orientação do Prof. Dr. Philippe Dubois. É autor do livro A fotografia como escrita pessoal: Alair Gomes e a melancolia do corpo-outro. É Professor Associado no Departamento de Artes Visuais (DAV) do Instituto de Artes da UFRGS onde orienta mestrado e doutorado.  Desenvolve projeto de pesquisa envolvendo a presença da fotografia na modernidade e contemporaneidade artísticas, com especial interesse pela questão das micronarrativas e da autorreferencialidade. Realizou Estágio Sênior de um ano no Departamento de Arte Visive da Università di Bologna, na Itália (2017-2018) como bolsista da CAPES. Entre suas publicações estão as organizações dos livros: A fotografia nos processos artísticos contemporâneos. Porto Alegre: Editora da UFRGS/SMC, 2002; Alair Gomes: um voyeur natural. Porto Alegre: SMC, 2008; Imagens: arte e cultura. Porto Alegre: Editora da UFRGS, 2012; assim como o dossiê Transbordamentos da fotografia na arte, da Revista Porto Arte (2016). 

Rochele Zavandalli

Rochele Zandavalli é artista, pesquisadora, professora e fotógrafa. Doutoranda em História Teoria e Crítica em Artes Visuais (UFRGS). Mestra em Poéticas Visuais pelo mesmo programa, e graduada pelo Instituto de Artes da UFRGS. É fotógrafa da secretaria de comunicação da UFRGS. Professora na Fluxo – Escola de Fotografia Expandida. Desenvolve projetos de curadoria independente. Sua produção envolve apropriação e montagem, coexistência entre tecnologias, fotografia em abordagem expandida, fotoquímica, e processos experimentais. Tem interesse na potência mnemônica das imagens e na história das nossas representações, trabalhando a partir de cruzamentos temporais, memórias e projeções. Teve obras em Festivais como o Cinefoot (2020); Festival de Fotografia de Tiradentes (2019); Valongo Festival da Imagem (2018); Paraty em Foco (2017); Encontros da Imagem (Portugal, 2016) e Outono Fotográfico (Espanha, 2016). Possui obras na Coleção Joaquim Paiva (MAM/RJ), Coleção Pierre Bessard (Paris), acervos da Fundação Vera Chaves Barcellos, MARGS, e MAC (RS). Individuais: Nosso lugar ao Sol (2019), Centro Cultural UFRGS; A primeira a sumir (2017), Studio Clio; Me desculpe, foi apenas um Lapso, Acervo Independente (2016); Rever , Santander Cultural (2012).